Anatomia do Tênis de Corrida

Anatomia do Tênis de Corrida

Essa aqui é a postagem que fiz no Instagram, para trazer à público um pouco mais de informação sobre o tênis de corrida que consumimos. Ele deve ter essas características, o que na verdade é que todos têm essas características, e se não tiver esse básico acima, não é um tênis ideal para correr. Quer um exemplo? Se não tiver o arco, for um tênis de sola reta, que é considerado um tênis “fashion”, não utilize-o para correr.

Aqui abaixo replicarei a postagem escrita que está no meu perfil no IG:


Hoje em dia há muita informação disponível sobre as tecnologias dos calçados de corrida, mas fiz essa arte para reforçar o conhecimento básico de um tênis adequado para correr.

Ele tem essas características, mas não necessariamente todos sabem dar o nome específico para as partes do tênis, então aqui vão as partes para identificar:

Cabedal: É a parte superior do tênis que reveste (envolve) toda parte de cima do pé;

Ante-pé: É a parte do cabedal que é mais flexível na parte superior, para facilitar a extensão e flexão do pé sem que machuque. Provavelmente a parte mais sensível do tênis;

Contraforte: Parte mais rígida do tênis, que dá suporte para o calcâneo e evita torções de tornozelo;

Protetor do Calcâneo: Protege o tendão do calcâneo (Aquiles), evitando atrito, bolhas e calos;

Entressola: A parte com maior amortecimento do tênis. Localizado entre a sola e a palmilha;

Arco: É a parte invisível do tênis, que se localiza no centro e dá apoio a sola do pé, evitando assim que o pé “sambe” para frente e para trás dentro do calçado, dando estabilidade na pisada;

Sola: A parte inferior do tênis que tem contato com o solo. A borracha que dá aderência na pista e evita escorregões durante a corrida.

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